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domingo, 25 de maio de 2014

LIVRO DOS ESPÍRITOS --- COMENTÁRIOS LIVRES

Capítulo 1 – Deus

Deus e o infinito – Provas da existência de Deus – Atributos da Divindade – Panteísmo

Deus e o infinito

1 O que é Deus?
– Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.
Cogitar da natureza da Divindade não costuma levar a nenhuma conclusão segura. Os fundamentos das várias correntes filosóficas, com ou sem cunho esotérico, simplesmente não podem responder à questão “O que é Deus?”. Merece ser considerado, no entanto, que é da própria Física que um sistema, desde que entregue a si próprio, progride para a entropia. Isso significa que tende ao caos, se desorganiza, perde a ordenação dinâmica dos fenômenos que o caracterizam. Ora, o Universo é um inimaginável sistema dinâmico em que galáxias se equilibram sobre eixos gravitacionais num bailado que o homem ainda está muito longe de bem compreender. Isso não faz prova da existência de Deus, tampouco nos aclara sua essência; ainda assim, permite-nos vislumbrar que há uma ordenação universal que abrange desde os reticulados cristalinos, na intimidade dos sólidos em sua expressão microcósmica, até a dança macrocósmica das galáxias e – por que não especular? – dos universos ainda desconhecidos. Nesse contexto, repisando a resposta dada pelos Espíritos, podemos inferir que Deus é a causa inteligente cujo efeito é o todo universal.
Daí dizer-se que é “causa primária de todas as coisas”. Muitos passam à ilharga de maiores considerações acerca desse postulado. Deus é a causa primária, ou seja, é a causa primordial, o moto originário do qual tudo o mais decorre. Somente com a integração da essência divina no todo universal podemos compreender que haja um Deus presidindo todas as relações de causa e efeito, numa concepção que, sem dúvida, transcende à noção de passado, presente e futuro. A atemporalidade de Deus é indissociável da concepção de que é ele a causa primordial de tudo, sob pena de passar a ser um mero iniciador, um starter, cuja onipotência não se sustentaria senão como a tacada inicial num jogo de bilhar.
Corrobora tal concepção a assertiva, corriqueira em todos os colégios de estudos teológicos eso ou exotéricos, de que Deus é a causa inteligente de tudo. A ordenação do todo universal, enraizando no microcosmo e espargindo sua pompa e circunstância no concerto das galáxias, só pode mesmo ser tido como um processo inteligente, de cunho finalístico e que bem se projeta na idéia de propósito. Caso contrários, teríamos infinitos efeitos coordenados desdobrando-se na eternidade do agora apenas e tão-somente porque o universo não se arranjou casualmente de outro modo. É como alguns pensam, de fato. Mas não parece uma postura convincente legar à conta do mero acaso que tudo se ajuste no intrincado jogo de ser e vir-a-ser que desenha a vida desde os minerais até os conglomerados galácticos que o homem mal começa a conhecer.
2 O que devemos entender por infinito?
– O que não tem começo nem fim; o desconhecido; tudo o que é desconhecido é infinito.
A resposta é evidente ao eleger o desconhecido como uma boa concepção de infinito. Com isso os Espíritos não afirmaram que não existem limites ao universo, mas tão somente que ao homem tais limites são desconhecidos, o que faz do universo, para o homem, algo infinito. Pensar que o universo é algo sem quaisquer limites ofende a razão, de modo que a cláusula explicativa “desconhecido” vem bem repor no bom senso o conceito de que o universo, por não ser passível de apreciação pelo homem em seus limites, é para ele infinito.
3 Poderíamos dizer que Deus é infinito?
– Definição incompleta. Pobreza da linguagem dos homens, que é insuficiente para definir as coisas que estão acima de sua inteligência.
Apesar do rigor com que os Espíritos responderam a essa pergunta, creio que por força da resposta imediatamente anterior, podemos ver que considerar Deus infinito, desde que sob a ótica de que infinito é o que nos escapa à capacidade de conhecimento, não é um conceito errado. Tanto assim que foi afirmado tratar-se de uma “definição incompleta”. De fato. Mas tudo sobre o que exista desconhecimento pode ser tido como infinito. Não se tire daí a idéia equivocada de isento de limites. Infinito é tudo o que é infindo, não completamente conhecido, não plenamente assimilado. Deus não é infinito porque não tenha os limites de sua própria condição de divindade, mas sim porque não compreendemos quais possam ser as limitações da condição de divindade.

Provas da existência de Deus

4 Onde podemos encontrar a prova da existência de Deus?
– Num axioma que aplicais às vossas ciências: não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem, e a vossa razão vos responderá.
A ordenação universal, desde os fenômenos aparentemente mirabolantes da mecânica quântica, até o bailado relativístico de curvaturas espaciais, passando pela beleza indissociável das gemações cristalinas no seio granítico, traz ao senso comum do homem a noção de que há algo mais, muito além do que ele pode compreender. O fenômeno “vida” se desnuda à vista dos cientistas como uma imensa seqüência de programação bioquímica que se desdobra à guisa de um software engendrado no próprio hardware. Conexões ocorrem ou não e, assim, determinam outros encontros ou desencontros que ao fim de uma astronômica seqüência causam um efeito necessário para a vida do organismo. Certamente não é o cérebro humano que está coordenando cada reposição das células epiteliais, tampouco a agitação miogênica que faz um coração pulsar, por algum tempo, até mesmo fora do corpo. Uma gemação geológica distribui partículas matematicamente dispostas sob engenharia imaculada, sem cérebro algum coordenando.
Nada disso prova a existência de Deus. Mas nos faz pensar: se não for Deus, ainda assim, dê-se o nome ou conceito que se deseje dar, com certeza há “algo” por trás da ordenação universal. Se não nos importarmos com gostos pessoais ou questiúnculas pseudo-filosóficas de mero preconceito religioso, podemos, sim, considerar que a ordenação universal não só é uma prova, mas é a própria presença de Deus.
5 Que conclusão podemos tirar do sentimento intuitivo que todos os homens trazem em si mesmos da existência de Deus?
– A de que Deus existe; de onde lhes viria esse sentimento se repousasse sobre o nada? É ainda uma conseqüência do princípio de que não há efeito sem causa.
A intuição é ainda vista como uma quimera por muitos que se aboletam em cúspides catedráticas. No entanto, a intuição já é vista, também, como um raciocínio sob síntese perfeita. Enquanto a razão se preocupa em esmiuçar cada fase do raciocínio, passo a passo, até a conclusão final, um troféu de bom senso isento de sofismas, a intuição faz a percepção percorrer todo o caminho por uma via menos formal porém igualmente acertada. É como um código de programação de computadores. Um programador menos experiente necessita ensinar o computador a fazer, passo a passo, tudo o que ele, programador, entende deva ser feito para que o resultado daquela seqüência de comandos seja o esperado. Já um programador mais experiente, lançará a longa seqüência de comandos no seio de uma função sintética que, não precisando escrever todas as passagens algébricas (Boole), simplesmente leva ao resultado por uma formulação enxuta e baseada no fornecimento apenas das variáveis necessárias. Quando o homem tem intuições verdadeiras, e não meros achismos oriundos de sua vontade, ele recebe o resultado de uma longa seqüência de conjecturas, experimentando o resultado com absolutos foros de verdade. Por isso muitos sábios e homens de gênio não sentem necessidade alguma de discutir os porquês de crerem em Deus, não se importando nem um pouco quando colegas de mesma envergadura científica riem de suas convicções.
6 O sentimento íntimo que temos em nós da existência de Deus não seria o efeito da educação e das idéias adquiridas?
– Se fosse assim, por que vossos selvagens teriam também esse sentimento?
O Deus de um selvagem de cultura primitiva pode, de fato, ser tido como “diferente” do Deus de um doutor em ciências? Claro que sim. Assim como o Deus de um doutor em ciências de formação cristã muito provavelmente não será o mesmo de um colega cientista de formação indiana, ou muçulmana. Na verdade, o Deus que habita a alma de cada um de nós, até mesmo aquele negado pelos ateus, é o Deus muito próprio de cada ser humano. Deus é uma concepção humana que serve para inculcar nas pessoas o conceito de ordenação universal, de princípio universal inteligente, de causa inteligente atemporal e que faz tudo ser o que é independentemente de nossa noção de passado, presente e futuro. Não faz diferença se o Deus (ou Deuses) dos astecas pedia sacrifícios humanos, tanto quanto não importa se o Deus dos católicos serviu para as barbáries da inquisição. O sentimento íntimo da existência de Deus é a intuição de que há uma ordenação universal.
7 Poderemos encontrar a causa primária da formação das coisas nas propriedades íntimas da matéria?
– Mas, então, qual teria sido a causa dessas propriedades? Sempre é preciso uma causa primária.
Leis de atração e repulsão constroem reticulados cristalinos no seio da imensa, conquanto microscópica, arquitetura estrutural da matéria sólida. Considerar que a ordenação universal é a causa da própria ordenação não constitui senão falta de lógica.
8 O que pensar da opinião que atribui a formação primária a uma combinação acidental e imprevista da matéria, ou seja, ao acaso?
– Outro absurdo! Que homem de bom senso pode conceber o acaso como um ser inteligente? E, além de tudo, o que é o acaso? Nada.
Kardec ficou variando sobre um mesmo tema com perguntas insistentes, certamente por considerar necessário aclarar que efetivamente há uma causa inteligente para a ordenação universal.
9 Onde é que se vê na causa primária a manifestação de uma inteligência suprema e superior a todas as inteligências?
– Tendes um provérbio que diz: “Pela obra reconhece-se o autor.” Pois bem: olhai a obra e procurai o autor. É o orgulho que causa a incredulidade. O homem orgulhoso não admite nada acima dele; é por isso que se julga um espírito forte. Pobre ser, que um sopro de Deus pode abater!
Errôneo pensar em Causa Primária ou Causa Primordial como algo restrito a um passado distante e que deflagrou toda uma seqüência de conseqüências arquitetadas. A causa primordial é atuante em tempo contínuo, o que equivale a dizer que é atemporal. Não há passado, presente e futuro para a ordenação inteligente do universo. A ordenação, em si, é o existir do próprio universo, o que se compreende pela constatação de que, ausente tal ordenação, deixaria de ser um sistema auto-sustentável e se dissolveria por entropia.

Atributos da Divindade

10 O homem pode compreender a natureza íntima de Deus?
– Não, falta-lhe, para isso, um sentido.
Muito curiosa essa resposta dos Espíritos. Falta ao homem um sentido para compreender a natureza íntima de Deus.  O caráter progressivo dos ensinos foi metodicamente estabelecido por Kardec na compilação da doutrina, de modo que não é possível adiantar-se conceitos que demandam a apreciação de outras definições. Ainda assim, merece destaque o homem é um espírito encarnado, ou seja, é um espírito submetido estritamente nos limites do plano existencial conhecido tradicionalmente como “matéria densa” (expressão discutível, mas consagrada). Estar nos limites da matéria importa numa imensa restrição das percepções em seu sentido mais amplo, tudo isso em favor da necessária limitação do espírito como ser independente, inserido numa personalidade, sem lembranças do passado e sem noção do futuro que lhe aguarda (a ordenação universal é atemporal). O sentido que falta ao homem para conceber a natureza da divindade advém de sua restrição a um foco de consciência conhecedor de si mesmo. Numa comparação bastante simplória, a restrição consciente do homem é como a de um computador não linkado a nenhuma rede. Já um computador inserido numa rede, conquanto tendo sua própria CPU, cede e recebe constantemente informações, interage full time com o ente coletivo. Daí porque o termo religião ser tão comemorativamente relembrado com o sentido de “religação” com a divindade. Não se está afirmando que o homem encarnado esteja apartado do todo universal de forma absoluta, o que seria impossível; mas a consciência sob os limites da matéria e mesmo após a dessoma permanece em nível de total prevalência centrípeta.
11 Um dia será permitido ao homem compreender o mistério da Divindade?
– Quando seu Espírito não estiver mais obscurecido pela matéria e, pela sua perfeição, estiver mais próximo de Deus, então o verá e o compreenderá.
Essa resposta bem complementa a anterior. Encarnado ou desencarnado, o homem somente passa a compreender melhor sua situação diante do Cosmo conforme diminui o caráter centrípeta de suas cogitações mentais. Por isso as doutrinas, notadamente mais ao leste, muito falam de eliminação do egoísmo. O ego é apresentado frequentemente como se fosse um “ser à parte” da natureza intrínseca da alma, conceito um tanto exagerado apesar de muitas vezes adequado desde que tomado sob contornos simbólicos.
12 Se não podemos compreender a natureza íntima de Deus, podemos ter idéia de algumas de suas perfeições?
– Sim, de algumas. O homem as compreende melhor à medida que se eleva acima da matéria. Ele as pressente pelo pensamento.
Novamente os Espíritos aclaram que a concepção que se faça do ordenamento inteligente do universo somente se ampliará conforme o homem deixar de ser uma plena individualidade e passar a uma maior comunhão com o todo, sob o império da sintonia tanto do tom fundamental de seus pensamentos como dos harmônicos de suas tendências.
13 Quando dizemos que Deus é eterno, infinito, imutável, imaterial, único, todo-poderoso, soberanamente justo e bom, não temos uma idéia completa de seus atributos?
– Do vosso ponto de vista, sim, porque acreditais abranger tudo. Mas ficai sabendo bem que há coisas acima da inteligência do homem mais inteligente e que a vossa linguagem, limitada às vossas idéias e sensações, não tem condições de explicar. A razão vos diz, de fato, que Deus deve ter essas perfeições em grau supremo, porque se tivesse uma só de menos, ou que não fosse de um grau infinito, não seria superior a tudo e, por conseguinte, não seria Deus. Por estar acima de todas as coisas, Ele não pode estar sujeito a qualquer instabilidade e não pode ter nenhuma das imperfeições que a imaginação possa conceber.
Não tem sentido prático algum elencar atributos da divindade. A ordenação inteligente do universo está além da descrição de pretensas prerrogativas de poder ou glória. O homem ainda se prende, por demais, ao senso de religiosidade que exige alguma forma de louvor elogioso, sob pena de parecer “desrespeitoso”.

Panteísmo

14 Deus é um ser distinto, ou seria, segundo a opinião de alguns, resultante de todas as forças e de todas as inteligências do universo reunidas?
– Se fosse assim, Deus não existiria, porque seria o efeito e não a causa; Ele não pode ser ao mesmo tempo uma e outra coisa.
Deus existe, não podeis duvidar disso, é o essencial. Crede em mim, não deveis ir além, não vos percais num labirinto de onde não podereis sair, isso não vos tornaria melhores, mas talvez um pouco mais orgulhosos, porque acreditaríeis saber e na realidade não saberíeis nada. Deixai de lado todos esses sistemas; tendes muitas coisas que vos tocam mais diretamente, a começar por vós mesmos. Estudai vossas próprias imperfeições a fim de vos desembaraçar delas, isso vos será mais útil do que querer penetrar no que é impenetrável.
Quando o tema adentrou à noção de panteísmo, os Espíritos parecem ter, de fato, perdido a paciência. O trabalho desenvolvido por Kardec sob a orientação dos Espíritos não pretendia aclarar obscuridades intrínsecas às escolas de pensamento esotérico existentes desde a mais remota antiguidade. Tanto mais diante da diferente ótica que as doutrinas esotéricas ocidentais dão a informações oriundas, na verdade, de uma mesma fonte difusa que espargiu registros nos mais distantes e diferentes povos do planeta.
O panteísmo, enquanto noção fundamental, foi aviltado por uma simplificação encomendada: o homem não podendo ser Deus, deseja ao menos ser parte dele. Assim se repete em outros pontos de O Livro dos Espíritos, vendo-se uma autêntica perda de paciência com a curiosidade demonstrada pelo lionês questionador. Recomendações como deixai de lado todos esses sistemas; tendes muitas coisas que vos tocam diretamente, a começar por vós mesmos, não desbordam de um “cala a boca e ouça, que temos coisas mais importantes para lhe dizer”, ou “não estamos aqui para matar a vossa curiosidade”.
Mas a ideia de panteísmo não guarda relação com um mero desejo vaidoso de igualar a divindade. Pelo menos não o conceito panteísta que toca a praticamente todos os ensinos das antigas Escolas de Mistérios, desde o mais remoto ensino egípcio. A repulsa ao panteísmo, da forma como colocada, mais parece uma ameaça do credo niceno por sacerdotes temerosos de perder o pretenso mandato outorgado pelo único Deus.
Quando os Espíritos dizem que falta ao homem um sentido para compreender a essência da divindade, como já visto, muito querem dizer, com poucas palavras, da limitação causada pela individuação máxima do foco de consciência no plano das formas. Mas não estavam dispostos a elucidar questões filosóficas que, no entender do colegiado que transmitiu a doutrina espírita, poderiam ficar para mais tarde.
Tenhamos em mente apenas que o panteísmo não é o simples desejo vaidoso de ser Deus. A noção de panteísmo tem muito mais a ver com a comunhão da consciência do homem com a fonte originária de todo fenômeno: Deus.
15 O que pensar da opinião de que todos os corpos da natureza, todos os seres, todos os globos do universo, seriam parte da Divindade e constituiriam, pelo seu conjunto, a própria Divindade, ou seja, o que pensar da doutrina panteísta?
– O homem, não podendo se fazer Deus, quer pelo menos ser uma parte d’Ele.
Eis aí a reprimenda. Hoje em dia parece até um pouco jocosa. Mais engraçado, no entanto, é tentar imaginar que a ordenação universal, manifesta de forma atemporal e a tudo abrangendo, possa ser essencialmente destacada da divindade. Ubaldi bem alertou que não há sentido em separar o criador da criação. É mais ou menos como pretender que o processo respiratório é um ser à parte da interação de todos os órgãos da respiração, com sua ordenação sincrônica e constante.
16 Aqueles que acreditam nessa doutrina pretendem nela encontrar a demonstração de alguns atributos de Deus. Sendo os mundos infinitos, Deus é, por isso mesmo, infinito; não havendo o vazio ou o nada em nenhuma parte, Deus está, portanto, em toda parte; Deus, estando por toda parte, uma vez que tudo é parte integrante de Deus, dá a todos os fenômenos da natureza uma razão de ser inteligente. O que se pode opor a esse raciocínio?
– A razão. Refleti maduramente e não vos será difícil reconhecer o absurdo disso.

Bem evidente a intenção dos Espíritos em mudar de assunto. Sem críticas. Apenas devemos estar conscientes de que os esclarecimentos cabíveis em meados do século XIX para a massificação das coisas do espírito não coincidem com a demanda por tais informações século e meio depois.



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