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domingo, 24 de janeiro de 2010

JESUS NO LAR - Cogitações 01

O homem que intui as coisas do espírito bem conhece a necessidade da alma em ascender, em aperfeiçoar-se, em elevar-se perante si mesma e diante do Criador à busca de Paz, de Serenidade, do estágio mais altaneiro que a aguarda e já pode ser vislumbrado no horizonte não tão remoto.

No entanto, é comum vermos brilhantes oradores das virtudes da alma que, todavia, negam-se ao esforço primordial de auto-aprimoramento no aprendizado da tolerância, da boa-vontade, do perdão, da sublimação, enfim, dos valores éticos diamantinos que exigem redobrado empenho no cultivo.

O sorriso dócil e terno de paciência doado na via pública ao andarilho que insiste em estender a mão não encontra eco no seio da própria família, à qual é doada a irascibilidade de quem se julga legitimado à aspereza por enfrentar as agruras da vida.

Porém é o lar, a família, o círculo próximo de irmãos que nos demarca perante o Pai com maior ênfase no exercício das virtudes que deveremos um dia perante todos vivenciar. É a família que nos doa os ensejos preciosos que a Providência Divina forja em nosso dia-a-dia no curso sublime em nos demoramos como alunos, quase sempre, réprobos.

É na família que temos o apoio incondicional dos que nos sustentam em seus esforços de realização. Se com sorrisos ou com a rispidez dos personalismos, pouco importa, é na família que temos o nosso porto seguro ainda que a alguns pareça um simples atracadouro de navios negreiros.

O ensinamento do Mestre dos mestres nos soa com a simplicidade de uma Verdade manifesta:
“Se não aprendemos a viver em paz, entre quatro paredes, como aguardar a harmonia das nações? Se nos não habituamos a amar o irmão mais próximo, associado à nossa luta de cada dia, como respeitar o Eterno Pai que nos parece distante?” (Jesus no Lar – Cap 01 – FEB).

De efeito! Devemos amar ao próximo, não é mesmo? Pois então! O próximo mais próximo que temos são os que o Pai houve por bem assim situar. Amemos, amemos e novamente amemos todos os membros de nossa família. Treinemos com eles a tolerância, o perdão, a boa-vontade que deveremos ter para com todos os demais filhos de Deus em breve tempo.

Difícil? Bem... Ninguém jamais disse que seria fácil... Mas, com certeza, valerá cada lágrima, cada mágoa, cada desilusão que tenhamos. Afinal, a cada uma delas corresponderá uma outra que teremos causado em mais alguém...

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