Estudos Esotéricos Livres PAZ E SERENIDADE --- Quando o Espírito desaba, resta-nos sempre a serenidade dos escombros...
sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
A Fé e a Sabedoria
sexta-feira, 6 de dezembro de 2019
Natal 2019
Registra-se a precocidade do despertamento da consciência humana em várias culturas da Antiguidade.
O fruto proibido da árvore do conhecimento foi comido.
Os sumérios, ecoando com trechos da própria bíblia, apontam o intercurso de mulheres com "anjos", ou "anunnakis"...
Hebreus e chineses mencionam um terço de estrelas do céu caindo com um dragão.
Em muitos povos há o mito solar. O cinturão de Órion aponta Sírius, que por sua vez indica o ponto do horizonte onde o sol nascerá em 25 de dezembro. O Cruzeiro do Sul baila para ascender no terceiro dia.
Assim foi com Jesus, Krishna, Mitra, Hórus e outros. Filhos de uma virgem.
Enfim...
O ser humano foi desperto precocemente. No império de um precioso e complexo acervo de impulsos instintivos ganhou a noção plena de si mesmo.
A atenuação progressiva de condutas automatizadas foi truncada pela capacidade de amplo aprendizado e de livre escolha. Passaram a coexistir o ser-animal e o ser-hominal.
Não imagino o que se possa julgar de semelhante evento. Nem me atrevo.
Mas considero lícito especular que os ensinamentos ministrados por tantos mestres em vários lugares e momentos diferentes tem uma mesma razão de ser.
Pregam o Amor.
Dizem, faça ao próximo o que deseja que lhe façam.
Dê a outra face.
Mas... Que tínhamos (temos)?
A história humana, desde os primórdios, nadava (e nada ainda) em sangue... Dominação, violência, busca de todas as formas de prazer.
Nada mais natural para um animal catapultado à condição de senhor de si mesmo.
Como corrigir essa situação?Esse "pecado original"?
Se a consciência contínua do homem veio assim, como que por um estupro, a equivalente (mas ausente) consciência moral teria que vir por exemplos drásticos, traumáticos o suficiente para inocular, mesmo forçosamente, a experiência anímica de padrões emocionais mais sofisticados, como a misericórdia, a tolerância, a resignação, o perdão...
Ponha vários guerreiros sedentos de sangue diante de vítimas ainda crianças, frágeis, desmembradas, violadas, mortas sob horrível agonia e, ao menos alguns deles (com sorte alguns deles!), se verá tomado por um estupro às avessas.
Sentirá piedade...
Talvez somente uns poucos de cada vez... Contudo mais e mais com o tempo.
Ergue-se, então, um imenso farol indicativo do "bom caminho" aqui e ali. Um Mestre vem para o reforço dos ensinos da corrigenda.
A história de Jesus transpôs o mito solar para a cultura hebraica e a renovou na cultura romana, congregando o "sol invictus" de Constantino ao ideal superior dos ensinamentos que, dessa forma, ganharam todo um imenso império.
Claro que o homen-animal permaneceu, e permanece, ainda um muitos de nós.
Todavia, gradativamente a atenuação da prevalência instintiva sedimenta no seio das almas humanas os valores diamantinos da Cosmoética.
Permita-se meditar sobre tudo isso durante o NATAL.
Afinal, o cinturão de Órion, Sírius, o Sol e o Cruzeiro do Sul novamente encenam no Teatro da Vida o propósito que nosso interior insistentemente busca.
Bom Natal! Feliz 2020.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
Afinal, magia pega ou não?
Como já bastante mencionado aqui e alhures, tudo é pensamento... Uma barra de ferro, por mais efetivamente presente e, por assim dizer, existente que seja é menos
real do que um pensamento. Isso só parece estranho para os que ainda não se tenham permitido viajar nas cogitações que a busca pela essência da realidade imediata enseja. sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
quarta-feira, 12 de setembro de 2018
INSTINTOS
Na literatura clássica do Espiritismo há uma asserção que, na maioria das vezes, passa sem maior atenção. Inclusive, já foi aqui abordada em meio a um texto genérico sobre as obras da Codificação:A comunhão essencial entre instinto e inteligência é um ensinamento expresso dos Espíritos. Tanto assim que não há uma linha clara de delimitação entre instinto e inteligência.
74. Pode estabelecer-se uma linha de separação entre o instinto e a inteligência, isto é, precisar onde um acaba e começa a outra?“Não, porque muitas vezes se confundem. Mas, muito bem se podem distinguir os atos que decorrem do instinto dos que são da inteligência.”
75. É acertado dizer-se que as faculdades instintivas diminuem à medida que crescem as intelectuais?“Não; o instinto existe sempre, mas o homem o despreza. O instinto também pode conduzir ao bem. Ele quase sempre nos guia e algumas vezes com mais segurança do que a razão. Nunca se transvia.”(O Livro dos Espíritos) (Grifei)
O ser humano comunga da formação do veículo físico orgânico, como visto, tanto quanto do desenvolvimento de sua consciência, adquirindo sua bagagem de instintos assim como a noção de sua individualidade, aperfeiçoando-se na aquisição da inteligência conforme novos horizontes se abrem degrau a degrau na escala evolutiva.
Mais do que tudo, os Espíritos-grupo parecem mesmo visceralmente ligados à consideração dos instintos que fazem metazoários agir.
Aliás, muito mais do que isso.
Sim, desde seres unicelulares e vegetais há todo um concerto de atividades que fazem cada manifestação da Vida, ainda que sem quaisquer eivos de consciência, assumirem esse ou aquele comportamento.
Não precisamos repisar várias considerações já feitas sobre isso.
http://esoestudos.blogspot.com/2010/05/o-que-e-vida.html
O que mais interessa agora é considerar essa informação em particular:
"O Instinto existe sempre"
Essa resposta foi dada à pergunta que perquiriu sobre a eventual diminuição dos Instintos à proporção de aumento da Inteligência. "Sempre" aqui é um termo muito significativo. O Instinto é a sustentação de todos os fenômenos da Vida no seu sentido mais amplo possível. Desde a gemação de minerais, passando pelos unicelulares procariontes, vemos efetivos processos com começo, meio e fim. Até mesmo no seio mais restritivo da Doutrina Espírita fundada exclusivamente na obra básica (O Livro dos Espíritos), vemos referência explícita aos elementares. Não é exatamente o mesmo conceito de elementais (encontradiço em várias outras correntes espiritualistas), não acolhido pela Doutrina em sua pureza:
538. Os Espíritos que presidem aos fenômenos da Natureza formam uma categoria especial no mundo espírita, são seres à parte ou Espíritos que foram encarnados, como nós?
– Que o serão, ou que o foram.
538-a. Esses Espíritos pertencem às ordens superiores ou inferiores da hierarquia espírita?
– Segundo o seu papel mais ou menos material ou inteligente: uns mandam. outros executam; os que executam as ações materiais são sempre de uma ordem inferior, entre os Espíritos como entre os homens.
539. Na produção de certos fenômenos, das tempestades, por exemplo, é somente um Espírito que age ou se reúnem em massa?
– Em massas inumeráveis.
540. Os Espíritos que agem sobre os fenômenos da Natureza agem com conhecimento de causa, em virtude de seu livre arbítrio, ou por um impulso instintivo e irrefletido?
– Uns, sim; outros, não. Faço uma comparação: figurai essas miríades de animais que pouco a pouco fazem surgir do mar as ilhas e os arquipélagos; acreditais que não há nisso um objetivo providencial, e que essa transformação da face do globo não seja necessária para a harmonia geral? São, entretanto, animais do último grau os que realizam essas coisas, enquanto vão provendo às suas necessidades e sem se perceberem que são instrumentos de Deus. Pois bem: da mesma maneira, os Espíritos mais atrasados são úteis ao conjunto; enquanto eles ensaiam para a vida, e antes de terem plena consciência de seus atos e de seu livre arbítrio, agem sobre certos fenômenos de que são agentes sem o saberem. Primeiro, executam; mais tarde, quando sua inteligência estiver mais desenvolvida, comandarão e dirigirão as coisas do mundo material; mais tarde ainda, poderão dirigir as coisas do mundo moral. E assim que tudo serve, tudo se encadeia na Natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, pois ele mesmo começou pelo átomo. Admirável lei de harmonia, de que o vosso Espírito limitado ainda não pode abranger o conjunto!Vejam a resposta dada: são animais do último grau os que realizam essas coisas, referindo-se ao surgimento de ilhas e arquipélagos, no concerto de fenômenos da natureza em geral. E continua: da mesma maneira os Espíritos mais atrasados são úteis ao conjunto [...] antes de terem plena consciência de seus atos e de seu livre arbítrio, agem sobre certos fenômenos de que são agentes sem o saberem.
Tanto animais como Espíritos elementares agem como executores de ações que impulsionam fenômenos naturais, uns mais diretamente sobre a matéria propriamente dita, outros sobre elementos pertinentes à sua esfera de atuação, semimaterial, etérea, astral - dê-se o nome que quiser.
A resposta à pergunta 539 é categórica: na produção de tempestades há massas inumeráveis de Espíritos atuando. Conjugando com a resposta dada à questão 538-a, vemos que há os que mandam e os que executam.
O Instinto sempre presente, pois, pode ser entendido como esse enredamento de Espíritos mais avançados em relação aos menos evoluídos. Os Espíritos elementares, tomados como mero exemplo, não têm noção de que estão sob a ação de um pensamento diretor que lhes é transcendente: oriundo dos Espíritos que os dirigem.
Da mesma forma, os animais superiores, como os caninos, felinos, bovinos etc, mesmo sendo já dotados de uma maior capacidade intelectiva, continuam sob um comportamento fortemente dirigido por seu acervo de impulsos, vale dizer, de instintos inatos.
Ora, se no homem o Instinto não só permanece como é reputado como uma forma de inteligência que desprezamos mas que "... quase sempre nos guia e algumas vezes com mais segurançado que a razão", então não é contraditóra a ilação de que talvez nós mesmos, seres humanos, Espíritos humanizados, estejamos submetidos a um Espírito-grupo que nos destina seus comandos gerais de condução.
Seria por isso que algumas correntes espiritualistas nos falam de "deuses de raça"? Toda uma humanidade em progresso em um orbe não poderia, de fato, estar sob a direção de um Espírito-grupo suficientemente elevado para nos coordenar a todos?
https://esoestudos.blogspot.com/2012/01/bem-e-mal-ainda-mais-uma-vez.html?m=0
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
A IMITAÇÃO DE CRISTO - KEMPIS - RELEITURA - 02
CAPITULO 2
1. Renuncia ao desordenado desejo de saber, porque nele há muita distração e ilusão. Os letrados gostam de ser vistos e tidos por sábios. Muitas coisas há cujo conhecimento pouco ou nada aproveita à alma. E mui insensato é quem de outras coisas se ocupa e não das que tocam à sua salvação. As muitas palavras não satisfazem à alma, mas uma palavra boa refrigera o espírito e uma consciência pura inspira grande confiança em Deus.
2. Quanto mais e melhor souberes, tanto mais rigorosamente serás julgado, se com isso não viveres mais santamente. Não te desvaneças, pois, com qualquer arte ou conhecimento que recebeste. Se te parece que sabes e entendes bem muitas coisas, lembra-te que é muito mais o que ignoras. Não te presumas de alta sabedoria (Rom 11,20); antes, confessa a tua ignorância. Como tu queres a alguém te preferir, quando se acham muitos mais doutos
do que tu e mais versados na lei? Se queres saber e aprender coisa útil, deseja ser desconhecido e tido por nada.
3. Não há melhor e mais útil estudo que se conhecer perfeitamente e desprezar-se a si mesmo. Ter-se por nada e pensar sempre bem e favoravelmente dos outros, prova é de grande sabedoria e perfeição. Ainda quando vejas alguém pecar publicamente ou cometer faltas graves, nem por isso te deves julgar melhor, pois não sabes quanto tempo poderás perseverar no bem. Nós todos somos fracos, mas a ninguém deves considerar mais fraco que a ti mesmo.
O ímpeto de buscar conhecimento advém do Ego que, enquanto interface entre o espírito e o ambiente desafiador, consolidou-se momento a momento como consequência autêntica da necessidade de sobrevivência. A evolução não dá saltos e o aprendizado se estabelece em conformidade com a experiência de cada evolucionário. Uns vão adquirindo determinadas aptidões e tendências enquanto outros desenvolvem-se em outros aspectos. Certo que, no decorrer dos evos, cada alma há de bem aprender acerca de todo o necessário para estabelecer-se como consciência responsável por sua própria condução, convivência, para tanto absorvendo valores éticos que, como tudo, vão se aprimorando mais e mais.Bem nesse ponto Kempis questiona: “Todo homem tem desejo natural de saber; mas que aproveitará a ciência, sem o temor de Deus?”.De fato, mesmo nos meios acadêmicos mais condoreiros da ciência ortodoxa atualíssima um ponto que vem sendo mais e mais discutido é a ética que deve informar a busca científica. Notadamente nos comentimentos da Bioética o cientista se vê sob inovado rigor por parte da sociedade em geral, cobrado na essência de sua pesquisa quanto ao resguardo da dignidade do ser humano.É o tardio reconhecimento do questionamento de Kempis. Essa necessidade de submissão a uma moralidade científica, independentemente de pendores religiosos, é a ciência que melhor aproveita ao homem porquanto sob o “temor de Deus”.No mesmo passo, o intuito do homem de ciência tanto mais aparta-se desse “temor de Deus” quanto maior a vaidade com que se entrega às suas buscas, sem autênticas preocupações com a conquista de benefícios à humanidade.Menos mal que o homem renuncie à busca de conhecimento se estiver apenas sob o império de sua sede avassaladora de saber, sem a essência de aplicar o seu saber em benefício do semelhante. Assim é tanto para o obstinado habitante de laboratórios como para os que se entregam às ideias, filosofando, abarcando sistemas, cogitando teorias.
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
A IMITAÇÃO DE CRISTO - KEMPIS - RELEITURA - 01
Desde o início da jornada evolucionária humana neste planeta, de tempos em tempos um Mestre vem à vida física ordinária para ministrar, por meio de sua vida e seu exemplo, os Ensinos Superiores, seja renovando-os, aclarando-os, ou mesmo agregando novos valores da Cosmoética.Da mais remota Antiguidade e sempre o homem se vê confrontado com os Ensinos. Quando da vinda do Cristo Planetário ao Plano das Formas, foi na sublime pessoa de Jesus que, por três anos, viveu entre os espíritos aqui humanizados em árdua missão de esclarecimento quanto à conduta a se alcançar por esforço de auto-aperfeiçoamento.Bem por isso foi destacado por Kempis o “principal empenho” de “medidtar sobre a vida de Jesus Cristo”.
O Ensino trazido pelo Cristo Planetário demarcou profunda alteração nos rumos da Humanidade Terrestre. De se ver que naqueles tempos era do costume geral, amplamente aceito, a Lei do Talião. Olho por olho, dente por dente, era um enunciado a que raríssimos indivíduos antepunham alguma dúvida. Bem provável que a letra das Antigas Escrituras, forjadas à cultura de antanho, tenha demarcado nas considerações comuns que a causalidade de nossas atitudes devesse ser regra manejada pelo homem comum, o que fez da vingança uma noção deturpada do conceito de “justiça”.Daí o caráter renovador da Lei do Amor que o Cristo veio vivenciar diante de tantos olhares de espanto.Esse espanto, diz Kempis, decorre do fato de que os homens “não possuem o espírito de Cristo”, o que torna imprescindível “conformar à dele toda a sua vida”.
Aspecto bastante áspero da condição humana, o ímpeto de buscar reconhecimento pessoal, um autêntico culto ao Ego, é desnudado por Kempis com a simples indagação acerca do real valor de um vasto conhecimento meramente formal, sob arestas de erudição, em contraponto com a conduta lídima indicada pelo Cristo.Rercurso belíssimo de retórica, Kempis assevera que prefere “sentir a contrição dentro de minha alma, a saber defini-la”.De fato o homem simples, incapaz de articular definições e deitar conceitos, tem muito mais mérito do que o douto que discursa sob impecável oratória, que seduz pelo canto poético de um saber tão amplo quanto, inversamente, confunde pelo exemplo faltoso de mínimas virtudes diante do semelhante.É preciso entender que o “desprezo pelo mundo” refere-se ao desprezo por essa postura hipócrita, tão comum no mundo, diga-se, desde então até hoje.Consequentemente, desprezada a hipocrisia dos galardões egoístas das palavras ocas, sem lastro na conduta de Amor ao próximo, põe-se o homem já a “tender ao reino dos céus”.
A condição humana ganhou o peso de maiores responsabilidades quando o espírito passou a bem inteligir sobre o caráter de seus atos perante si e os demais. Equivale a dizer, o homem afastou-se suficientemente da animalidade meramente instintiva e embalou-se por gerações na constituição de suas famílias, clãs, tribos, nações.Com isso o Ego despontou como elemento de interação do espírito com o ambiente, tantas vezes hostil, em que pelejava pela sobrevivência.Após as preciosas Lições de tantos Mestres semeados na humanidade, o Cristo Planetário veio vivenciar que o Ego deveria ser, já a partir de então, subjugado pelas noções mais elevadas que germinavam na alma.Numa palavra, o homem passou a ter diante de si a responsabilidade por elevar a escala de seus valores, vencendo a difícil tarefa de transcender aos ímpetos do Ego para dar vazão aos impulsos mais sutis, sublimes, que já lhe vinham vibrando no âmago de incômodos intuídos.Ao homem passou a ser exigido, mais plenamente, que passasse a viver de acordo com a Lei do Amor.
Como é filosoficamente mais simples conquanto espiritualmente muito mais complexa a Lei do Amor, resumida ternamente no enunciado amai ao próximo como a si mesmo e a Deus sobre todas as coisas, o homem demonstra dificuldade em contentar-se com o que o coração lhe garante mas a razão não alcança.Os olhos querem sempre mais e mais ver, tanto quanto os ouvidos buscam ainda mais novidades ouvir. Mas não há ensinamentos novos ou descobertas da busca pela busca que se sobreponham à Lei do Amor.O homem necessita deixar os prazeres que moveram e ainda movem o Ego como estímulo à conquista do mundo para, como já destacado, passar a desprezá-lo. Não voltaremos às cavernas, mas devemos manter nossas conquistas cientes de que há muito mais a se dominar. Agora, devemos dominar a nós mesmos conscientes de que tudo o mais é apenas o meio para se atingir virtudes que fazem a alma mais capacitada ao Amor e à ascensão aos Planos Superiores da Existência.





